domingo, 5 de abril de 2009

Bagunça Cerebral*

* Título da crônica de Martha Medeiros na Zero Hora deste domingo.


Fazia tempo que não escrevia minhas postagens inspirada em uma de minhas maiores "idolas". Pois bem, neste domingo fui a casa da Cuca - graças a Deus matar as saudades - e, assim que cheguei dei de cara com a Zero Hora, passei a mão no jornal e levei pro quarto. Conversei por horas com a Cuca, ouvimos o Gre-Nal - que fiasco! - e sempre que dava um tempinho eu dava uma olhadinha no ZH Donna, meu caderno preferido. E foi lá, como em todas as outras vezes, me deparei com mais uma crônica fantástica da ilustre Martha Medeiros - comunicadora assim como eu pretendo ser dentro de uns cinco anos.

Escrevia ela sobre o famoso "alemão" que compõe a conversa em algumas rodas de amizades, uma vez que nossa cabeça está cheia de nomes, fatos, fotos, números, imagens, cores e etc. O alzheimer tem estado presente em nossa existência, no entanto sem que percebamos de forma preocupante. O fato é que lendo a crônica da Martha, lembrei de ontem quando sai com a Filhote e o Urso para tomarmos uma cervejinha, comer pizza e papear. Falamos sobre o Mumu e o suposto medo que (ainda!) tínhamos do dedão dele, e como em outros momentos, a Filhote lembrou das famosas junções que fazíamos quando ainda estávamos no colégio. O que mais mexeu comigo foi o fato de não lembrar de nenhuma (NE-NHU-MA!) delas. Acho que devo estar há um mês tentando recordar o porquê a Mosaika estava na minha casa em uma junção dos meus amigos da escola, sendo que são "grupos" totalmente diferentes, e ontem eu lembrei. Lembrei porquê a Mosaika estava lá em casa - tinha que ficar acordada para levar sua irmã até o aeroporto - , e neste mesmo dia tomamos a caipira mais cara de todas - onde a Mosaika, sem sentir, deixou o anel de prata de bali dela cair dentro do copo -, da função que fizemos aqui em casa "vendo" filme como fazíamos, de costume, todos os finais de semana. Lembramos eu e a Filhote que, ao final da junção, não deixamos o Gordo ir embora e, por este motivo ele dormiu aqui em casa. Hahahaha, o hilariante da história não foi simplesmente o fato de dormir aqui, mas a forma como ele dormiu - com um short meu de coraçãozinho. "Coisa mais amor"!!!
Mas, depois da leitura da Martha, me apeguei a esses fatos, sendo que não apenas deste, mas de muitos outros momentos que não me recordo, como as pessoas e os momentos da praia em minha fuga fantástica com a Siriguella! Eu, no auge dos meus 20 anos, não consigo lembrar-me de coisas que aconteceram há três anos?! Como?
Olha, acho que assim como a Martha e a amiga dela, eu vou fazer a tal bateria de exames, tomografias e outros e enfrentar o diagnóstico, seja ele qual for. Seguindo as orientações da , vou tomar pó de guaraná, Biotonico Fontoura e seilámaisoquê pra parar de esquecer. O que seria de mim sem minhas memórias? Acho que passarei ou a registrá-las diariamente, todas aqui, ou vou escrever um livro. E olha que história pra contar eu tenho pra dar e vender!!!

Beijos queridos e boa semana a todos!!!


P.S.: Henrique, chega logo que a dinda tá loca pra te apertar!!!

4 comentários:

Bárbara disse...

Fuga com a siriguela: EU SEI.
:)
Resumindo:

casa da vó dela. vocês duas.
-vamos fazer o que?
ligam para o "câncer" [se COUBER esse nome a ele...heheh] tudo combinado. vão passear. vocês vão até o centrinho,passam pelo gut gut. se encontram com eles no open bar, tomam abacaxi atômico, e resolvem ir até cidreira com a savero do fábio.
vai o fábio na frente e vcs duas mais o "cancer" atrás. passam na frente da casa da vó dela e gritam, vão ate cidreira, roubam um cd do emerson nogueira,conversam e se beijam em barracas, vao para a beira da praia, o cancer joga vcs no mar, voltam a capão, molhadas, bebadas e sujas de areia.
para todos os efeitos, estavam na festa de 15 da aline e o carro estrgaou na beirada estrada. a vó falou com o pai da aline...heheheheh.
Para sempre mal contada fixou essa historia na família da siriguela.
;)
Beijos mil!
Amo tu!
Amei mto o texto!

Bárbara disse...

Fuga com a siriguela: EU SEI.
:)
Resumindo:

casa da vó dela. vocês duas.
-vamos fazer o que?
ligam para o "câncer" [se COUBER esse nome a ele...heheh] tudo combinado. vão passear. vocês vão até o centrinho,passam pelo gut gut. se encontram com eles no open bar, tomam abacaxi atômico, e resolvem ir até cidreira com a savero do fábio.
vai o fábio na frente e vcs duas mais o "cancer" atrás. passam na frente da casa da vó dela e gritam, vão ate cidreira, roubam um cd do emerson nogueira,conversam, mais álcool e se beijam em barracas, vao para a beira da praia, o cancer pega vc no colo e joga vcs no mar [DESESPERO],e então vcs voltam a capão as 5h da manhã, molhadas, bebadas e sujas de areia.
Explicar como para a vó beata??
Ahhh, para todos os efeitos, estavam na festa de 15 da aline e o carro estragou na beira da estrada. a vó dela até falou com o pai da aline!!!...heheheheh.
Para sempre mal contada ficou essa historia na família da siriguela.
;)
Beijos mil!
Amo tu!
Amei mto o texto!

Mari Schmidt disse...

Barbara, lembrando que apenas a Siriguella deu beijo na boca do "câncer", a outra ficou no pátio, sem fazer nada enquanto o Fábio dormia em sua barraca ao som da chuva!!! Num pequeno detalhe que a outra queria matar a Siriguella por deixá-la "sozinha", mas o que importa é que, como tudo o que as duas fizeram juntas, valeu muito a pena!!
Será sempre a melhor história mais mal contada dos último (e melhores) tempos!!!

Reka disse...

O texto ta maaaaaaara!
Bjo pinto!